Mostrando postagens com marcador relacionamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relacionamento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 15 de outubro de 2010


Hoje acordei mais feliz. O sol aqui em minha cidade brilha tanto quanto os meus olhos. Os pássaros cantam tão forte quanto eu no chuveiro quando tomava meu banho matinal. Minha frase no MSN hoje foi a seguinte: Obrigado Deus por me permitir essa felicidade.
Mas neste momento eu me pergunto qual o motivo dessa felicidade toda, e a principio não consigo responder ao certo. Porém, alguma coisa não me sai do pensamento. Aliás, corrigindo, alguém não me sai do pensamento. Será ele o motivo dessa felicidade toda? Por que quando eu o abraço sinto algo estranho e bom ao mesmo tempo no peito? Nunca senti isto antes. Quando eu o vejo, é involuntário, um sorriso se abre no meu rosto. Ele intimamente e carinhosamente me chama de “meu pretinho”, me abraça em seguida, e aí eu me sinto tão leve, que só dá vontade de beijá-lo. Alguém aí me responda: são esses os sintomas de quem está apaixonado?

sábado, 24 de julho de 2010

Que "merda" de sentimento


Quem inventou essa tal “solidão”? E a “saudade”? Provavelmente seus inventores morreram do próprio veneno.
O amor... que sentimento louco é esse q nos faz sentir esses venenos? As vezes um mar de sorrisos, outras vezes um ladrão do mesmo. Isso é o amor. Quando não se tem a pessoa amada ao seu lado a solidão chega e te faz companhia. Triste companhia. Te trás de presente um vazio, que só será preenchido com aquela pessoa especial. Amigo não resolve, família também não. Eles não preenchem aquele vazio. Não que estes não sejam importantes, são, mas eles ocupam outra área do coração. Não são suficientes.
E a saudade? Misericórdia de quem a sente Senhor. Misericórdia. Não existe antídoto. Não existe solução, apenas aquela pessoa amada ao seu lado pra acabar com essa dor. A saudade nos deixa carentes. Queremos mimo. Ficamos tristes. Desanimados. Mas por que isso? “Qual é” a desses sentimentos?
É possível ser feliz sozinho? Se eu pudesse escolheria não sentir saudade, não sentir solidão, não me sentir carente , e até mesmo conseguir não amar ninguém. Quem sabe não evitaria a tristeza. Mas não é possível. Não é possível porque não somos capazes de mandar nos sentimentos. O que dá pra fazer é tentar lidar com eles, por mais difícil e dolorido que seja. Tentar.
(Peço desculpas pelo título deselegante, mas é que serve de desabafo. Espero que entendam)

sábado, 27 de março de 2010

Quem é quem?

O papel de um homem e de uma mulher numa relação a dois é bem conhecida. O cara tem de conquistar, ele quem liga e é dele a responsabilidade de manter a parceira apaixonada. Pelo menos era assim até um tempo atrás. Hoje em dia as mulheres também vão à busca do parceiro desejado, mas sempre cabe a elas fazer o doce, ser conquistada e tal. Algo um tanto quanto machista ainda, ou não.
Bem, mas nós não fazemos parte desse mundinho do parágrafo acima. Somos homossexuais. Nas nossas relações, ou há dois homens ou duas mulheres, contrariando os desinformados que sempre questionam quem é a mulher de uma relação gay ou o homem de uma relação lésbica. Como se numa relação de duas pessoas fosse essencial o papel masculino e o feminino. Sabemos que não é assim. Entretanto, às vezes, dá um nó nas nossas próprias cabeças que foram educadas para uma relação hetero machista. Quem deve ligar depois do primeiro encontro? Quem tem de correr atrás? Quem conquista e quem deve ser conquistado?
Não sei bem a resposta, mas acredito que nesse jogo tem de haver dois. Não importa se há um homem e uma mulher, dois homens ou duas mulheres. Importa que haja dois dispostos a conquistarem e serem conquistados. Se ele não vem a ti, não nutra um orgulho bobo de princesa-na-torre-esperando-um-príncipe-aos-seus-pés. Vá atrás. Se quiser ligar, ligue. Mas lembre-se: tem de haver DOIS no jogo. Se perceber que está brincando sozinho, é melhor recolher as cartas e começar outra partida. Com outros jogadores, claro.

domingo, 14 de março de 2010

Enfim, sós...


Tendo como inspiração o post Happily n'ever after... , estive pensando em uma coisa, em como as pessoas, em algum momento da vida, sentem a NECESSIDADE de casar, ou se juntar, como queiram chamar.
Independente de “mundo GLBT” (como se existissem submundos, eu hein... enfim) ou não, mas parece que essa coisa de que o ser humano não foi feito pra viver só é mesmo verdade.
Geralmente quando jovens, os meninos (independente de orientação sexual) dizem que querem ser solteiros pro resto da vida. Curtir a vida, num é assim que a gente fala? Já as meninas não, as meninas são mais sonhadoras. Desde criança planejam o seu casamento. Se brincar, até o vestido é planejado ainda na infância. Enfim, mas mesmo os meninos, quando chegam em certa idade, bate aquela vontade de dividir aquela cama enorme de casal com alguém.
Por que isso? Não sei exatamente. Uns dizem que é a necessidade humana de uma companhia. Outros dizem que é o medo de ficar só durante a velhice. A meu ver, as duas alternativas estão certas, e ainda acrescento mais uma. Pra mim, essa necessidade humana de ‘ter alguém pra chamar de SEU’, é por um motivo bem simples, chama-se carinho.
O dia-a-dia tem sido muito robótico. As pessoas na rua estão cada vez mais... frias não, congeladas praticamente. E no mundo GLBT ainda tem um ‘agravante’, carinho em publico, por menor que seja, ‘não pode’. Então essa questão do casamento, me parece, que é um instinto humano. Tipo, se tenho alguém pra chamar de ‘MEU’, então eu tenho ‘o carinho nosso de cada dia, nos dai hoje’ , entende?
É como um porto seguro sentimental. E isso é bom mesmo. Quem não gosta de ser paparicado? Tem coisa melhor do que ter a pessoa amada ao seu lado? Claro que não... Tenham certeza, se ainda não é casado, e pensa que não vai querer casar nunca, aguarde...